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Brasil

Proclamação da República: um ato militar que inaugurou a tradição golpista no Brasil

A transição do Império para a República foi articulada por uma elite militar e civil descontente com o governo de Dom Pedro II

Publicada em 17/11/2025 às 05:04h - 26 visualizações

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Proclamação da República: um ato militar que inaugurou a tradição golpista no Brasil

 

 

 

Brasil

 

 

 

 

A Proclamação da República, ocorrida em 15 de novembro de 1889, durante muito tempo foi ensinada como um movimento cívico, pacífico e inevitável, conduzido por lideranças comprometidas com a modernização do país. No entanto, a historiografia mais recente tem revisitado esse episódio, apontando que o que se deu naquele dia foi, essencialmente, o primeiro golpe militar ou político-militar da história brasileira.

 

Porém, pesquisas atuais destacam que não houve mobilização popular significativa nem um movimento republicano massivo pressionando por mudanças. A transição do Império para a República foi articulada por uma elite militar e civil descontente com o governo de Dom Pedro II, em um contexto de tensões envolvendo a perda de influência do Exército, disputas com o gabinete imperial e o desgaste político causado pela abolição da escravidão, que enfraqueceu a base econômica dos grandes proprietários rurais.

 

O marechal Deodoro da Fonseca, personagem central do episódio, não era um republicano convicto. Sua adesão ao movimento se deu mais por rivalidades políticas do que por convicção ideológica. Ainda assim, foi ele quem liderou tropas para depor o gabinete ministerial e forçar a renúncia do Imperador, instaurando um novo regime sem consulta pública, sem debate no Parlamento e sem participação da sociedade.

 

Sob essa ótica, a Proclamação da República inaugura um padrão que se repetiria ao longo da história brasileira: a intervenção militar como instrumento legítimo de reorganização do poder. A República nasceu, portanto, não de um processo democrático, mas de uma ruptura forçada, conduzida por quartéis e respaldada por grupos civis influentes.

 

As revoltas que se seguiram e a resistência à nova ordem

A instauração da República não pacificou o país. Ao contrário: a falta de legitimidade popular do novo regime deu origem a uma série de levantes regionais, conflitos armados e movimentos de contestação ao poder central, especialmente nas duas primeiras décadas republicanas.

 

Ainda que anterior à Proclamação, a Cabanagem (1835–1840), ocorrida na então Província do Grão-Pará, costuma ser relembrada como um dos maiores movimentos de resistência da população amazônica contra o domínio político distante do poder central. Muitos estudiosos a citam como um antecedente histórico da dificuldade de integração das províncias ao projeto político imposto de cima para baixo — dinâmica que se repetiria na República recém-proclamada.

 

Já no período republicano, diversas revoltas mostraram que o novo regime não foi aceito de forma automática pela sociedade brasileira:

 

Revolta da Armada (1891–1894), no Rio de Janeiro, liderada pela Marinha, que reagiu contra o autoritarismo dos primeiros governos republicanos, especialmente de Floriano Peixoto.

Revolução Federalista (1893–1895), no Sul do país, contestando o centralismo republicano e o domínio político de elites regionais alinhadas ao governo.

Guerra de Canudos (1896–1897), no sertão baiano, onde sertanejos organizaram uma comunidade autônoma e foram destruídos pelas forças militares que viam no movimento uma ameaça à ordem republicana.

Revolta da Vacina (1904), no Rio de Janeiro, que, embora motivada por medidas sanitárias, também expressou a rejeição da população urbana ao autoritarismo do Estado republicano.

Esses movimentos revelam um país profundamente dividido, onde a República se impôs muito mais pela força das armas do que pela adesão popular. A instabilidade das primeiras décadas confirma o diagnóstico revisionista: a República nasceu sob o signo da coerção militar e carregou consigo as contradições e resistências geradas por uma mudança abrupta, pouco discutida e pouco legitimada socialmente.

 

Presidentes do Brasil

Nº Presidente Mandato Observações / Partido

1 Deodoro da Fonseca 1889–1891 Militar

2 Floriano Peixoto 1891–1894 Militar

3 Prudente de Morais 1894–1898 PR Federal

4 Campos Sales 1898–1902 PRP

5 Rodrigues Alves 1902–1906 —

6 Afonso Pena 1906–1909 —

7 Nilo Peçanha 1909–1910 —

8 Hermes da Fonseca 1910–1914 Militar

9 Venceslau Brás 1914–1918 —

10 Delfim Moreira 1918–1919 —

11 Epitácio Pessoa 1919–1922 —

12 Artur Bernardes 1922–1926 —

13 Washington Luís 1926–1930 —

— Junta Militar (provisória) 1930 —

14 Getúlio Vargas 1930–1945 —

15 José Linhares 1945–1946 —

16 Eurico Gaspar Dutra 1946–1951 PSD / Militar

17 Getúlio Vargas 1951–1954 PTB

18 Café Filho 1954–1955 —

19 Carlos Luz 1955 Interino

20 Nereu Ramos 1955–1956 —

21 Juscelino Kubitschek 1956–1961 —

22 Jânio Quadros 1961 —

23 Ranieri Mazzilli 1961 Interino

24 João Goulart 1961–1964 —

25 Ranieri Mazzilli 1964 Interino

26 Castelo Branco 1964–1967 Militar

27 Costa e Silva 1967–1969 Militar

— Junta Militar (provisória) 1969 —

28 Emílio Médici 1969–1974 Militar

29 Ernesto Geisel 1974–1979 Militar

30 João Figueiredo 1979–1985 Arena/PDS

31 Tancredo Neves Eleito em 1985 Não assumiu

32 José Sarney 1985–1990 PMDB

33 Fernando Collor 1990–1992 PRN

34 Itamar Franco 1992–1995 PMDB

35 Fernando Henrique Cardoso 1995–2003 PSDB

36 Luiz Inácio Lula da Silva 2003–2011 PT

37 Dilma Rousseff 2011–2016 PT

38 Michel Temer 2016–2019 PMDB/MDB

39 Jair Bolsonaro 2019–2023 PSL / PL

40 Luiz Inácio Lula da Silva 2023– PT

(Eleutério Gomes. Com informações de sites especializados em História do Brasil; e pesquisas do ChatGPT, da OpenAI)

 

Proclamação da República




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